Os papéis que nos habitam
Há um momento da vida em que deixamos de perguntar apenas o que ainda somos capazes de fazer e começamos, silenciosamente, a perguntar quem permanece quando deixamos de fazer. Durante muitos anos
Luís Claiton é psicólogo, terapeuta familiar sistêmico e mestre em Saúde Coletiva pela UNESC.
Há um momento da vida em que deixamos de perguntar apenas o que ainda somos capazes de fazer e começamos, silenciosamente, a perguntar quem permanece quando deixamos de fazer. Durante muitos anos
Durante muito tempo acreditou-se que o tempo fosse um escultor. Imaginava-se que ele chegasse devagar, retirando um pouco daqui, acrescentando outro tanto ali, até que, um dia, alguém, diante do espelho, percebesse
"As histórias que eu ajudava a contar no cinema e na publicidade não eram tão diferentes das histórias que mais tarde escutaria no consultório." Chega um momento da vida em